O Dia Nacional do Café é 24 de maio no Brasil, país maior produtor e exportador da bebida. A data marca o início da colheita nos cerca de 300 mil locais de cultivo da planta nas cinco regiões brasileiras.
Conforme revela a Embrapa, o grão brasileiro está presente em uma em cada três xícaras de café consumido no mundo. E os números impressionam também dentro do país. Segundo a Associação Brasileira de Produtores de Café (ABIC), em 2020 cada brasileiro consumiu em média 4,81 kg de café torrado.
Benefício para o país, bom para a saúde. De acordo com especialistas em nutrição, o café tem propriedades nutracêuticas — nutricionais e terapêuticas. Assim sendo, nossa principal bebida favorece a concentração, a memória, o aprendizado, além de outros efeitos bons para o corpo.
Entre os estados brasileiros que mais produzem café estão Minas Gerais, São Paulo e Espírito Santo. A Cooperativa Agrária de Cafeicultores de São Gabriel (Cooabriel) é o destaque capixaba. A produção atual da associação chega a 60 mil sacas anuais de conilon, um tipo de café de bastante valor.
O sucesso estimula a ampliação dos serviços da Cooabriel. Na sexta-feira (22), a coop inaugurou uma loja em Alto Rio Novo (ES). O novo ponto comercial é considerado o mais completo pelos capixabas.
Presença do café
O Dia Nacional do Café foi instituído em pela ABIC em 2005. Entretanto, desde o Século XVIII o café influencia o desenvolvimento regional brasileiro. Atualmente, o grão está presente nas cinco regiões e em 16 estados da Federação, nos quais 1.448 municípios são produtores. Contudo, isso corresponde a aproximadamente 26% dos municípios brasileiros, com a geração direta e indireta de mais de 8 milhões de empregos.
Do mesmo modo, o espírito coop também influencia a produção. Ao aplicar o sétimo princípio do cooperativismo — o Interesse pela Comunidade — a Cooperativa dos Cafeicultores do Sul do Estado do Espírito Santo (Cafesul) doou kits de material escolar para crianças carentes do município de Muqui.
A ação foi realizada em parceria com o grupo “Doando Amor Muqui”, formado por moradores em áreas carentes. Sobretudo na região, onde muitas são as famílias pobres. Assim, o ato é o resultado do protagonismo econômico do café na região.






























