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Home Agronegócio

Carne de porco: consumo e exportação crescem no Brasil

Claudio Rangel De Claudio Rangel
04/12/2021
Reading Time: 4 mins read
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Carne de porco

Santa Catarina e outros 6 estados estão livres da febre aftosa. Foto: Flickr.

A carne de porco bateu recordes de consumo, tanto no Brasil quanto no exterior. E as vendas aumentam porque a o Brasil está cada vez mais adaptado às regras de higiene e saúde. A Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) reconhece Santa Catarina como área livre de febre aftosa há 14 anos.

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Depois deles, outros estados conquistaram o mesmo status de área livre da doença. É o caso de Paraná, Rio Grande do Sul, Acre, Rondônia e partes do Amazonas e do Mato Grosso.

Assim sendo, Santa Catarina exportou 438,3 mil toneladas de carne de porco no período de janeiro a setembro de 2021. Do mesmo modo, as vendas cresceram 12,6%. Como resultado, o faturamento com os embarques passa de US$ 1 bilhão, com crescimento de 26,4%.

Segundo o analista da Epagri/Cepa Alexandre Giehl, em termos de receita, no último mês registrou-se o terceiro melhor resultado da série histórica, iniciada em 1997.

Carne de porco sem doenças

Produtores brasileiros se esforçam, para produzir carne de porco sem doenças. O governo comemorou bastante o reconhecimento de novas áreas sem aftosa. Agora, todos se preparam para ampliar o mercado, tanto interno quanto externo.

Perigos da Febre Aftosa

  • Afeta bois, cabras, ovelhas e porcos
  • Prejudica o comércio de produtos pecuários.
  • Exige esforços constantes dos produtores rurais e das autoridades sanitárias para prevenção e erradicação.

O Brasil registrou o último foco de febre aftosa em 2016. A comunidade mundial reconhece a nova condição desde 2018. Dessa forma, as vendas aumentaram.

“Comemoramos hoje. Mas seguimos trabalhando diariamente para o fortalecimento da defesa agropecuária nacional. Assim sendo, nosso objetivo é levar todo o Brasil para a condição de livre da febre aftosa sem vacinação”, afirmou a ministra da Agricultura, Tereza Cristina.

Carne de porco tem deflação

De acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da Universidade de São Paulo, o preço da carne de porco para os paulistas subiu apenas 0,8% este ano em relação a 2019. Entretanto, a carne de boi aumentou 21,4%. Já a carne de frango, subiu 28,8%.

Para os técnicos, a carne suína está com deflação. Ou seja, na prática, os preços do produto estão caindo. Um cenário positivo para as cooperativas do setor. Mesmo considerando que o preço do produto é mais barato.

Porém, para acompanhar o mercado, os produtores esperam mais atitude do governo federal. Se o preço final do produto está diminuindo, o mesmo não é percebido em relação aos insumos.

Governo reduz IPI do milho

O criador de porco reclama do custo de impostos. Principalmente depois das notícias de que a China amplia a produção de carne de porco. Então, o presidente Jair Bolsonaro sancionou MP que reduz a zero os impostos de importação do milho.

De acordo com analistas, a Medida Provisória possibilita a redução de R$ 9 por saca. E você sabe o motivo de tanto interesse dos suinocultores? O milho é usado na suinocultura. Assim sendo, sua importação é necessária para a criação de porcos.

Outro problema é que a produção nacional não supre as necessidades dos criadores. Daí a necessidade de importação. Entretanto, por ser uma Medida Provisória, o benefício ao produtor está garantido até o final de 2021.

Outro fator importante é que o milho integra o alimento de outras culturas. Assim sendo, deve recebe maior atenção da classe política. Bem como da Frencoop.

Aurora Coop forma suinocultores

Entre as organizações que mais contribuem para o sucesso da produção brasileira de carne suína está a Aurora Coop. A cooperativa com sede em Chapecó homenageou os produtores que mais se destacaram no setor da suinocultura.

O evento foi realizado em outubro e incentiva a melhoria da eficiência da cadeia de produção de suínos, buscando competitividade nos aspectos social, ambiental e econômico.

A cooperativa Coolacer venceu este ano. A Cooperalfa ficou em segundo lugar, seguida pela Coopervil. O evento premiou também técnicos e trabalhadores do setor.

O diretor Marcos Zordan destacou, ainda, que a Cooperativa Central Aurora Alimentos responde por 14,7% do abate nacional de suínos. Isso equivale também a 17,9% do abate da região sul do Brasil, 33% do abate de Santa Catarina, 13% do Rio Grande do Sul e 42% do Mato Grosso do Sul.

O sucesso da produção de carne suína no Brasil passa pelo bom desempenho das cooperativas do setor.

Tags: Aurora coopAurora curso de suinoculturaCarne de porcoFebre aftosaImpostos da suinoculturapreço da carne de porco
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Claudio Rangel

Claudio Rangel

Formado em Comunicação Social, Habilitação Básica em Jornalismo, pela Universidade Gama Filho, em 1983, com pós-graduação em Assessoria de Imprensa pela Universidade Estácio de Sá (2000), pós-graduação em Gestão Executiva de Cooperativas pelo Sescoop-RJ, pós-graduação em Gestão de Processos pela Execoop, em 2025. Participou da Dominiumcoop em 2000 e da OCB-RJ no mesmo ano, atualmente é diretor da Cooperativa de Profissionais de Comunicação e Marketing - Comunicoop e editor da Revista BR Cooperativo. Edita a Folha do Motorista do Rio de Janeiro, que trata também do cooperativismo de transporte.

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