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Home Agronegócio

Defensivos agrícolas podem faltar para produtores nacionais

Claudio Rangel De Claudio Rangel
05/11/2021
Reading Time: 3 mins read
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Defensivos Agrícolas - Barbieri

Vice-presidente da Faesc, Enori Barbieri: pode faltar defensivos agrícolas

Defensivos agrícolas preocupam produtores brasileiros. Isto porque o Brasil importa 80% desses produtos e os países vendedores reduziram suas exportações como efeito da pandemia. Além disso, o custo desses produtos subiram 200%.

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De acordo com o vice-presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (FAESC), Enori Barbieri, a saída para o setor é a revisão da legislação e o estímulo a práticas que não agridam a natureza.

Barbieri relata ainda que as indústrias estrangeiras reduziram a produção desses insumos. O motivo foi a covid-19.

Para piorar ainda mais a situação, as empresas marítimas colocaram mais fogo no problema. E por dois motivos: primeiramente passaram a dar prioridade para as rotas China — EUA. Em segundo lugar, passaram a usar navios maiores. Os portos brasileiros não atendem a esses navios.

Defensivos agrícolas estrangeiros

Dessa forma, o Brasil depende dos insumos fornecidos pela China, Rússia, Marrocos e outros países. Segundo Barbieri, o país importa cerca de 80% dos fertilizantes que precisa.

Para se ter uma ideia geral do problema, os produtores começam a estocar fertilizantes. Eles temem a falta no mercado. E a preocupação não é à toa. A China produz o glifosato. A substância é usada como dessecante nas lavouras de soja. O país oriental suspendeu a venda ao exterior.

As indústrias multinacionais de insumos já estavam sinalizando há mais de 120 dias que haveria falta de produto, o que levou grandes produtores do agro e formar estoques.

O problema é maior. A Rússia fornece 30% da ureia que o Brasil consome. O país baixou a produção e estabeleceu cotas aos compradores por uma questão energética: os russos direcionaram para a União Europeia parte do gás utilizado para produção de ureia. China, Rússia e Marrocos também diminuíram a oferta de fosfatos, cloreto de potássio e nitrogênio.

Crise à vista

A princípio, Barbieri prevê uma crise na produção agrícola nacional. Nesse meio tempo, em que a safra está em formação, o problema não a atinge. Mas a safrinha de milho começa a ser semeada em janeiro de 2022. A previsão é de 100 milhões de toneladas. Os custos explodiram e o preço da saca de 50 kg de ureia que era vendida a R$ 100,00 no início do ano, agora custa R$ 250,00. Também há previsão de falta de produtos veterinários e fungicidas.

O dirigente alerta que a situação vislumbrada no horizonte próximo “é extremamente preocupante” e o Brasil precisa rever urgentemente a dependência dos fornecedores chineses e russos. A FAESC propõe um programa de investimento na produção nacional de fertilizantes e defensivos. Porém, um dos obstáculos é a localização de muitas jazidas que estão situadas em terras indígenas ou áreas de proteção ambiental, nas quais a exploração é proibida.

Os países do Mercosul mantêm em estoque a maior parte dos insumos que o Brasil consome. Porém, o Ministério da Agricultura proíbe esses produtos. Entretanto, isso não impede o ingresso ilegal de grandes volumes de fertilizantes e defensivos em território brasileiro. A saída a curto prazo seria legalizar essa importação.

Fonte: MB Comunicação Empresarial

Tags: Defensivos agrícolasEnori BarbieriFederação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina
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Claudio Rangel

Claudio Rangel

Formado em Comunicação Social, Habilitação Básica em Jornalismo, pela Universidade Gama Filho, em 1983, com pós-graduação em Assessoria de Imprensa pela Universidade Estácio de Sá (2000), pós-graduação em Gestão Executiva de Cooperativas pelo Sescoop-RJ, pós-graduação em Gestão de Processos pela Execoop, em 2025. Participou da Dominiumcoop em 2000 e da OCB-RJ no mesmo ano, atualmente é diretor da Cooperativa de Profissionais de Comunicação e Marketing - Comunicoop e editor da Revista BR Cooperativo. Edita a Folha do Motorista do Rio de Janeiro, que trata também do cooperativismo de transporte.

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