BR Cooperativo: O portal de notícias do cooperativismo brasileiro
Sem resultado
Ver todos os resultados
  • Login
  • Portal
    • Quem somos
    • Expediente
  • Últimas Notícias
  • Destaques
    • Agronegócio
    • Consumo
    • Crédito
    • Educação
    • Eventos
    • Infraestrutura
    • Transporte
  • Artigos
  • Colunistas
    • Pensamentos Cooperativos – Emanuel Sampaio
    • Visão Cooperativista – Geraldo Magela
    • Proteção Cooperativa – José Ribeiro
  • Programa CoopCafé
    • CoopCafé Podcast
  • Revistas
  • Portal
    • Quem somos
    • Expediente
  • Últimas Notícias
  • Destaques
    • Agronegócio
    • Consumo
    • Crédito
    • Educação
    • Eventos
    • Infraestrutura
    • Transporte
  • Artigos
  • Colunistas
    • Pensamentos Cooperativos – Emanuel Sampaio
    • Visão Cooperativista – Geraldo Magela
    • Proteção Cooperativa – José Ribeiro
  • Programa CoopCafé
    • CoopCafé Podcast
  • Revistas
Sem resultado
Ver todos os resultados
BR Cooperativo: O portal de notícias do cooperativismo brasileiro
Sem resultado
Ver todos os resultados
Propaganda
Home Agronegócio

Defensivos agrícolas podem faltar para produtores nacionais

Claudio Rangel De Claudio Rangel
05/11/2021
Reading Time: 3 mins read
0
Defensivos Agrícolas - Barbieri

Vice-presidente da Faesc, Enori Barbieri: pode faltar defensivos agrícolas

Defensivos agrícolas preocupam produtores brasileiros. Isto porque o Brasil importa 80% desses produtos e os países vendedores reduziram suas exportações como efeito da pandemia. Além disso, o custo desses produtos subiram 200%.

ARTIGOS RELACIONADOS

Coprodia conquista destaque na BioExpert 2025 com modelo integrado do campo ao etanol

Enmcoop 2025 reúne mulheres cooperativistas do Agro em Itupeva(SP)

Cooxupé inicia ranking de cafés especiais colhidos na safra 2025 

De acordo com o vice-presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (FAESC), Enori Barbieri, a saída para o setor é a revisão da legislação e o estímulo a práticas que não agridam a natureza.

Barbieri relata ainda que as indústrias estrangeiras reduziram a produção desses insumos. O motivo foi a covid-19.

Para piorar ainda mais a situação, as empresas marítimas colocaram mais fogo no problema. E por dois motivos: primeiramente passaram a dar prioridade para as rotas China — EUA. Em segundo lugar, passaram a usar navios maiores. Os portos brasileiros não atendem a esses navios.

Defensivos agrícolas estrangeiros

Dessa forma, o Brasil depende dos insumos fornecidos pela China, Rússia, Marrocos e outros países. Segundo Barbieri, o país importa cerca de 80% dos fertilizantes que precisa.

Para se ter uma ideia geral do problema, os produtores começam a estocar fertilizantes. Eles temem a falta no mercado. E a preocupação não é à toa. A China produz o glifosato. A substância é usada como dessecante nas lavouras de soja. O país oriental suspendeu a venda ao exterior.

As indústrias multinacionais de insumos já estavam sinalizando há mais de 120 dias que haveria falta de produto, o que levou grandes produtores do agro e formar estoques.

O problema é maior. A Rússia fornece 30% da ureia que o Brasil consome. O país baixou a produção e estabeleceu cotas aos compradores por uma questão energética: os russos direcionaram para a União Europeia parte do gás utilizado para produção de ureia. China, Rússia e Marrocos também diminuíram a oferta de fosfatos, cloreto de potássio e nitrogênio.

Crise à vista

A princípio, Barbieri prevê uma crise na produção agrícola nacional. Nesse meio tempo, em que a safra está em formação, o problema não a atinge. Mas a safrinha de milho começa a ser semeada em janeiro de 2022. A previsão é de 100 milhões de toneladas. Os custos explodiram e o preço da saca de 50 kg de ureia que era vendida a R$ 100,00 no início do ano, agora custa R$ 250,00. Também há previsão de falta de produtos veterinários e fungicidas.

O dirigente alerta que a situação vislumbrada no horizonte próximo “é extremamente preocupante” e o Brasil precisa rever urgentemente a dependência dos fornecedores chineses e russos. A FAESC propõe um programa de investimento na produção nacional de fertilizantes e defensivos. Porém, um dos obstáculos é a localização de muitas jazidas que estão situadas em terras indígenas ou áreas de proteção ambiental, nas quais a exploração é proibida.

Os países do Mercosul mantêm em estoque a maior parte dos insumos que o Brasil consome. Porém, o Ministério da Agricultura proíbe esses produtos. Entretanto, isso não impede o ingresso ilegal de grandes volumes de fertilizantes e defensivos em território brasileiro. A saída a curto prazo seria legalizar essa importação.

Fonte: MB Comunicação Empresarial

Tags: Defensivos agrícolasEnori BarbieriFederação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina
CompartilharTweetCompartilhar
Claudio Rangel

Claudio Rangel

Formado em Comunicação Social, Habilitação Básica em Jornalismo, pela Universidade Gama Filho, com pós-graduação em Assessoria de Imprensa pela Universidade Estácio de Sá, atualmente é diretor da Cooperativa de Profissionais de Comunicação e Marketing - Comunicoop e colaborador da Revista BR Cooperativo, editor da Folha do Motorista/RJ

Relacionado Postagens

Coprodia
Agronegócio

Coprodia conquista destaque na BioExpert 2025 com modelo integrado do campo ao etanol

05/12/2025
Encoop 2025
Agronegócio

Enmcoop 2025 reúne mulheres cooperativistas do Agro em Itupeva(SP)

26/11/2025
Cooxupé inicia ranking de cafés especiais colhidos na safra 2025 
Agronegócio

Cooxupé inicia ranking de cafés especiais colhidos na safra 2025 

24/11/2025
frigorifico_aurora_coop_tapejara
Agronegócio

Frigorífico Aurora Coop Tapejara recebe ampliação ao custo de R$ 210 milhões

20/11/2025
Coopera Agro SC: Programa de R$ 26 bi promete impulsionar o Agro catarinense
Agronegócio

Coopera Agro SC: Programa de R$ 26 bi promete impulsionar o Agro catarinense

19/11/2025
Reflorestamento
Agronegócio

Reflorestamento da Castrolanda completa 40 anos e 72 mil toneladas anuais de madeira

18/11/2025
Próximo Post
JOSÉ ZEFERINO PEDROZO

Agricultura: "Valorizar quem garante a segurança alimentar"

Semana ENEF

Semana ENEF: Sistema Sicoob Rio atende a jovens aprendizes

Um canal de notícias Comunicoop

Redação, Administração e Publicidade: Avenida Embaixador Abelardo Bueno, 1.111, bl. 2, sl. 216 – Barra da Tijuca – CEP 22775-039 – Rio de Janeiro – RJ

Redação:

redacao@brcooperativo.com.br – (21) 2533-6009

Comercial:

montenegro@brcooperativo.com.br  – (21) 99877-7735

Siga-nos

© 2022 BR Cooperativo - Todos so direitos reservados .

Sem resultado
Ver todos os resultados
  • Portal
    • Quem somos
    • Expediente
  • Últimas Notícias
  • Destaques
    • Agronegócio
    • Consumo
    • Crédito
    • Educação
    • Eventos
    • Infraestrutura
    • Transporte
  • Artigos
  • Colunistas
    • Pensamentos Cooperativos – Emanuel Sampaio
    • Visão Cooperativista – Geraldo Magela
    • Proteção Cooperativa – José Ribeiro
  • Programa CoopCafé
    • CoopCafé Podcast
  • Revistas

© 2022 BR Cooperativo - Todos so direitos reservados .

Bem vindo de volta!

Entrar na conta

Senha esquecida

Recupere sua senha

Digite os detalhes para redefinir a senha

Conecte-se