A gripe aviária preocupa cooperativas do setor agro. No Espírito Santo, o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) iconfirmou mais dois casos de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (IAAP) de subtipo H5N1. Com isso, sobe para 5 o número de confirmações de casos em aves silvestres, mas nenhum em humanos.
Já o outro caso, também em ave silvestre, ocorreu no estado do Rio de Janeiro, em São João da Barra em área litorânea. Trata-se de ave da espécie Thalasseus acuflavidus (nome popular Trinta-réis-de-bando).
O Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Espírito Santo (IDAF/ES) e a Secretaria de Agricultura, Pecuária, Pesca e Abastecimento do Rio de Janeiro (SEAPPA/RJ) já estão adotando os procedimentos técnicos relacionados a essas novas ocorrências, em complementação às ações de comunicação e de vigilância que vinham sendo realizadas desde a detecção dos primeiros casos no Espírito Santo, em 15 de maio de 2023.
Gripe aviária em humanos
É importante lembrar que doença não é transmitida pelo consumo de carne de aves e nem de ovos. As infecções humanas pelo vírus da Influenza Aviária ocorrem principalmente por meio do contato direto com aves infectadas (vivas ou mortas).
Deste modo, o MAPA pede para que a população evite contato com aves doentes ou mortas e acione o serviço veterinário local ou realize a notificação por meio do e-Sisbravet.
O Ministério da Saúde informou também neste sábado que as amostras dos 33 casos suspeitos de influenza aviária em humanos no Espírito Santo deram negativas para o vírus H5N1. Outros dois novos casos suspeitos estão sendo investigados. Desta forma, o Brasil segue sem nenhum caso em sua população. O laboratório da Fiocruz analisou as amostras.
O Ministério liberou do isolamento um homem de 61 anos. Ele trabalha em um parque municipal de Vitória. Uma das aves com resultado positivo para IAAP estava no local.
Em casos de contatos com aves infectadas e apresente sintomas gripais, o cidadão deve informar imediatamente ao serviço de saúde. Assim, as autoridades de saúde iniciam os protocolos de monitoramento e análise laboratorial.




























