O Planeta Atlântida, festival de música do litoral gaúcho, recebeu pela primeira vez o Espaço do Cooperativismo, uma ação do Sistema Ocergs e que leva o carimbo SomosCoop para o centro da experiência do público jovem, em meio a artistass como Ludmila, Anitta, Jotaquest, entre outros entre os dias 30 de janeiro e 1 de fevereiro.
O evento completou 30 anos neste 2026. Oportunidde boa para mostrar a marca cooperaiva ao público jovem.
“O cooperativismo tem valores que dialogam muito com os jovens, como colaboração, pertencimento e impacto social. O desafio da comunicação é tornar isso visível e vivido, e não apenas explicado. O Planeta nos permite fazer exatamente isso”, explicou a gerente de Marketing e Comunicação do Sistema Ocergs, Simone Zanatta.
Vibração do Planeta Atlântida
Já no primeiro dia, o público formou uma fila extensa em frente ao espaço cooperativista. Tudo para receber picolés, pirulitos, bandanas, shoulder bags, ecobags e bottons personalizados com o carimbo SomosCoop. Certamente, uma boa estratégia de marketing. Assim, a presença do coop no Planeta Atlântida faz parte de uma estratégia mais ampla de aproximação com o público jovem, desenhada a partir de pesquisas de opinião contratadas pelo Sistema Ocergs. O objetivo é tornar o cooperativismo mais relevante e presente no cotidiano de quem vai liderar o setor no futuro.
Além de apoiar o Planeta Atlântida, o cooperativismo apoiou recentemente a tradicional Travessia-Torres-Tramandaí (TTT), no litoral norte gaúcho. As iniciativas integram a campanha de verão do Sistema Ocergs “Se tem verão, tem coop: neste verão, escolha cooperativas gaúchas”.
Setor importante para a economia gaúcha
O movimento é proporcional à relevância do cooperativismo no estado. Hoje, o setor responde por cerca de 14% do PIB do Rio Grande do Sul, reúne mais de 4,2 milhões de cooperados. Também emprega aproximadamente 78 mil pessoas e soma mais de 370 cooperativas. Dessa forma, garantir a continuidade desse modelo passa, necessariamente, por fazer com que os jovens percebam valor no cooperativismo e se reconheçam como parte dessa construção.
“Ao ocupar um espaço cultural e de grande visibilidade, o cooperativismo gaúcho sinaliza que está olhando para frente, e que o futuro do setor começa pela forma como ele se comunica hoje”, finaliza Simone.




























