A reforma tributária já começou a redesenhar o ambiente econômico brasileiro e, no campo, essa mudança exige atenção redobrada. Afinal, como o produtor rural e o cooperado podem atravessar esse novo cenário com segurança? Foi justamente para responder a essa pergunta que a Coamo iniciou uma jornada de palestras voltada à orientação de cooperados e familiares sobre os impactos da nova estrutura tributária.
Na última semana, eventos promovidos pela cooperativa reuniram centenas de participantes nas regiões de Pitanga, Ivaiporã, Goioerê, Campo Mourão, Cambé, Toledo e Mangueirinha, no Paraná, além de Abelardo Luz, em Santa Catarina. O movimento reforça a preocupação da Coamo em levar informação qualificada a quem está na base da produção agropecuária.
Reforma tributária exige adaptação e conhecimento
A princípio, a reforma tributária pode parecer um tema distante para muitos produtores. No entanto, ela funciona como uma mudança no alicerce de uma casa: mesmo que a estrutura continue de pé, todos precisam entender como essa base será reorganizada. Trata-se, portanto, de uma das transformações mais relevantes no sistema de tributos das últimas décadas no Brasil.
Esse processo está sendo implantado em etapas progressivas e, por isso, exige adaptação, acompanhamento e preparo. No momento em que o país entra nessa fase de transição, iniciativas como a da Coamo ganham peso estratégico, porque ajudam a transformar um tema técnico em informação acessível e útil para o dia a dia no campo.
Palestras levam segurança aos cooperados
Ao promover esse ciclo de encontros, a Coamo busca não apenas informar, mas também reduzir incertezas. Em seguida às apresentações já realizadas, a cooperativa dará continuidade ao calendário entre os dias 6 e 8 de abril, com palestras nas regiões de São Gabriel do Oeste, Dourados e Caarapó, no Mato Grosso do Sul.
Por fim, o encerramento dessa jornada está previsto para o dia 15 de abril, na regional de Guarapuava.
A proposta é clara: oferecer subsídios práticos para que os cooperados compreendam melhor os efeitos da reforma tributária sobre a atividade rural e sobre o ambiente cooperativista. Assim, a informação deixa de ser um peso burocrático e passa a funcionar como ferramenta de decisão.
Cartilha traduz a reforma em linguagem simples
Além das palestras, os cooperados estão recebendo uma cartilha especial sobre a reforma tributária. O material foi elaborado em formato didático, com perguntas e respostas sobre os principais pontos da mudança, especialmente aqueles que afetam o campo e o cooperativismo.
Em outras palavras, a cartilha atua como uma bússola em meio a um cenário de transição. Em vez de deixar o produtor cercado por dúvidas, a iniciativa organiza o tema de maneira simples, objetiva e próxima da realidade do cooperado.
Informação como ferramenta de transição
Hoje, mais do que nunca, entender a reforma tributária deixou de ser uma opção e passou a ser uma necessidade para o setor produtivo. Nesse contexto, a ação da Coamo mostra que informar também é cooperar.
Ao mesmo tempo em que o país discute novas regras, o cooperativismo demonstra sua força ao preparar seus associados para um ambiente mais complexo e exigente. De fato, conhecimento, neste momento, é tão importante quanto planejamento e gestão.
Para mais informações, os cooperados podem procurar os gerentes dos entrepostos da Coamo.
A Coamo promove palestras e distribui uma cartilha para orientar cooperados e familiares sobre os impactos da reforma tributária no campo e no cooperativismo.
Onde estão sendo realizados os encontros da Coamo?
Os eventos ocorreram no Paraná e em Santa Catarina, e continuam no Mato Grosso do Sul, com encerramento previsto em Guarapuava.
Qual é o objetivo da cartilha sobre reforma tributária?
O material apresenta perguntas e respostas em linguagem simples, com foco nas aplicações práticas da reforma para o produtor rural e o cooperado.
Por que a reforma tributária preocupa o setor agropecuário?
Porque ela altera regras do sistema tributário brasileiro e pode impactar planejamento, custos, rotinas e decisões dentro da atividade produtiva.




























