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Home Agronegócio

Resolução nº 11 fortalece cooperativas e abastecimento alimentar no Brasil

Iniciativa “Semeando Gestão” passa a fazer parte do programa federal voltado ao fortalecimento do cooperativismo, do associativismo e dos empreendimentos solidários da agricultura familiar.

BR Cooperativo De BR Cooperativo
24/04/2026
Reading Time: 5 mins read
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Agricultura Familiar

Plano tem mais crédito às mulheres rurais e acesso à terra estão entre os destaques. Foto: Divulgação MDA

A Resolução nº 11, publicada no âmbito das políticas federais de abastecimento, cooperativismo e soberania alimentar, reforça uma agenda estratégica para o Brasil: aproximar a produção de alimentos da mesa da população. Em um cenário marcado por mudanças climáticas, oscilações nos preços dos alimentos e pressão sobre cadeias logísticas, a medida coloca as cooperativas e organizações da agricultura familiar no centro de uma política pública voltada ao abastecimento interno.

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A iniciativa dialoga diretamente com um desafio histórico do país. Afinal, como um dos maiores produtores agropecuários do mundo, o Brasil precisa transformar sua força produtiva em comida acessível, regular e saudável para a população. Nesse sentido, o fortalecimento das cooperativas pode funcionar como uma ponte entre quem produz e quem consome.

Cooperativas ganham protagonismo na política de abastecimento

A resolução valoriza a atuação de cooperativas, associações e organizações produtivas locais como instrumentos para organizar a produção, melhorar a distribuição e ampliar o acesso aos mercados institucionais.

Na prática, o objetivo é reduzir gargalos que encarecem os alimentos, como excesso de intermediários, longas distâncias de transporte, perdas logísticas e falta de estrutura de armazenagem. Quando produtores se organizam em cooperativas, ganham escala, planejamento, poder de negociação e melhores condições para atender programas públicos, redes varejistas, equipamentos sociais e mercados regionais.

Esse ponto é essencial. Sozinho, o pequeno produtor muitas vezes vende com pressa, negocia em desvantagem e perde parte da renda no caminho. Cooperado, ele pode acessar compras coletivas, assistência técnica, agroindustrialização, armazenagem compartilhada e canais mais estáveis de comercialização.

Produção local pode ajudar a conter preços dos alimentos

A Resolução nº 11 surge em um momento em que o preço dos alimentos continua sendo uma preocupação para as famílias brasileiras. Itens básicos, como arroz, feijão, hortaliças, leite, frutas e proteínas, sofrem impacto direto de fatores como clima, custo de transporte, oferta regional e variações de mercado.

Por isso, fortalecer circuitos curtos de comercialização pode ser uma estratégia eficiente. Quanto menor a distância entre a produção e o consumo, menor tende a ser a dependência de fretes longos, armazenagem cara e cadeias excessivamente concentradas.

Além disso, cooperativas podem contribuir para formar estoques descentralizados, organizar calendários de produção e melhorar a oferta em períodos de entressafra. Dessa forma, a política pública deixa de atuar apenas na emergência e passa a construir uma rede permanente de abastecimento.

Abastecimento é também questão de soberania alimentar

O tema vai além da economia. Abastecimento alimentar envolve soberania, saúde pública, combate à fome e desenvolvimento regional. Portanto, quando o Estado cria instrumentos para fortalecer organizações produtivas locais, também estimula renda no campo, permanência das famílias nas comunidades e oferta de alimentos mais próximos do consumidor.

A Secretaria de Abastecimento, Cooperativismo e Soberania Alimentar, vinculada ao Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, tem entre suas atribuições a formulação de políticas voltadas à agricultura familiar, abastecimento, cooperativismo e acesso a alimentos.

Esse movimento também se conecta ao programa Coopera Mais Brasil, que já vem sendo apresentado pelo MDA como uma estratégia para qualificar cooperativas e associações da agricultura familiar, ampliar acesso a políticas públicas e fortalecer empreendimentos coletivos. Em dezembro de 2025, o ministério informou que 530 organizações da agricultura familiar seriam beneficiadas por edital do programa, com investimento de R$ 40 milhões.

Agricultura familiar precisa de estrutura para crescer

Um dos principais gargalos enfrentados por cooperativas agroalimentares está na infraestrutura. Muitas organizações ainda precisam de armazéns, câmaras frias, veículos adequados, equipamentos de beneficiamento, regularização sanitária e sistemas de gestão.

Sem essa base, a produção perde valor. Muitas vezes, alimentos de qualidade não chegam ao consumidor porque faltam estrutura logística, escala organizada ou canais de compra previsíveis. É como ter água na nascente, mas não ter o encanamento para levá-la até a cidade.

Ao incentivar cooperativas, centros de distribuição regionais e produção local, a resolução aponta para uma solução mais estruturante. Não basta produzir. É preciso colher, armazenar, transportar, processar, vender e entregar com regularidade.

Escolas, hospitais e bancos de alimentos podem ser beneficiados

Outro ponto relevante é a possibilidade de ampliar a presença da produção cooperativa no abastecimento de equipamentos públicos, como escolas, hospitais, restaurantes populares, cozinhas solidárias e bancos de alimentos.

Esse tipo de integração tem duplo efeito. De um lado, gera mercado para cooperativas e agricultores familiares. De outro, melhora a qualidade da alimentação oferecida a estudantes, pacientes e populações em situação de vulnerabilidade.

Quando a compra pública se aproxima da produção local, o dinheiro circula no território. Assim, o alimento deixa de ser apenas mercadoria e passa a ser também política de desenvolvimento.

Desafio será transformar a norma em execução prática

A efetividade da Resolução nº 11 dependerá da implementação. Para que a medida produza impacto real, será necessário garantir orçamento, critérios claros de acesso, assistência técnica, integração com estados e municípios e acompanhamento dos resultados.

Também será fundamental simplificar a vida das cooperativas. Muitas organizações da agricultura familiar ainda enfrentam dificuldades para acessar editais, comprovar documentação, obter crédito, cumprir exigências sanitárias e operar com regularidade nos mercados institucionais.

Portanto, a resolução abre uma janela de oportunidade. Mas essa janela só se transformará em política de impacto se vier acompanhada de capacitação, recursos e articulação federativa.

Um passo estratégico para o cooperativismo brasileiro

Para o cooperativismo, a medida reforça uma vocação histórica: organizar pessoas para resolver problemas coletivos. Afinal, o que é o cooperativismo? No campo, essa lógica ganha ainda mais força, porque une produção, renda, abastecimento e segurança alimentar.

Se bem executada, a Resolução nº 11 pode fortalecer cooperativas da agricultura familiar, reduzir perdas, ampliar a oferta de alimentos e contribuir para preços mais equilibrados ao consumidor. Mais do que uma norma administrativa, trata-se de uma aposta em um modelo de abastecimento mais próximo, resiliente e inclusivo.

Em tempos de incerteza climática e pressão sobre o custo de vida, a pergunta central é simples: como garantir comida de qualidade, em quantidade suficiente e a preço justo? A resposta passa, cada vez mais, pelo cooperativismo

Tags: Abastecimento AlimentarAgricultura familiarAlimentação EscolarCoopera Mais BrasilcooperativascooperativismoMDASegurança alimentarSoberania Alimentar
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