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Home Agronegócio

El Niño: como comunidades de pesca enfrentam o aquecimento global

Claudio Rangel De Claudio Rangel
18/03/2024
Reading Time: 4 mins read
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el niño

O fenômeno climático conhecido como El Niño, caracterizado por um aquecimento anormal das águas do Oceano Pacífico Equatorial, termina em abril, segundo o InMetro. . Porém, aqueles 60º de sensação térmica vãoi embora deixando consequências significativas para o agro, afetando padrões de chuva, temperaturas e ecossistemas marinhos e terrestres em todo o mundo. 

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O El Niño iniciado em junho de 2023  promete ser um dos mais influentes dos últimos anos. Pior para a agropecuária e a pesca artesanal brasileiras, que enfrentam desafios sem precedentes.

Muitas comunidades e cooperativas dependem intimamente da agricultura e da pesca artesanais. A vida deles foi duramente atingida pelas temperaturas elevadas. Por exemplo, a comunidade pesqueira de Antonina, no Paraná, amarga prejuízos que chegam a influenciar a capacidade de subsistência das famílias. 

Pescadoras de Antonina (PR) sofrem com o clima

 Nos últimos 20 anos, a comunidade pesqueira artesanal do município tem enfrentado desafios significativos. São os  impactos socioambientais e as mudanças climáticas.

 Luciana Ricardo Adriano Cassilha, marisqueira de 36 anos, sustenta uma família de pescadores da região. Ela é mãe de três filhos e esposa do pescador José Augusto “Zezinho”. Luciana fala sobre as perdas que sofre por causa das  mudanças climáticas.

“A gente ganha hoje pra comer amanhã. A questão é que há uns 15, 20 anos, a nossa baía era muito farta. Em um dia pescando retirávamos 10 kg de pescado. Hoje você pode passar o dia inteiro trabalhando para conseguir só 2 kg. E quando chove, piora. O siri e os peixes somem, não temos mais garantia nenhuma”, relata.

Impacto do El Niño

De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (InMet), a intensidade do El Niño é forte, mas tende a se reduzir no segundo semestre de 2024. Isto significa que teremos temperaturas mais normais, diferentes da sensação térmica que chega a 60º no Rio de Janeiro em boa parte do país.

As previsões do Instituto para a temperatura nos meses de maio a junho ainda são altas. Porém, a tendência é de redução.De acordo com as projeções estendidas do IRI (International Research Institute for Climate and Society), há também a possibilidade da formação do fenômeno La Niña no segundo semestre de 2024. Trata-se do fenômeno oposto e que trará águas mais frias.

Ainda segundo a  Organização Meteorológica Mundial (OMM), as fortes chuvas que desde 2023 vem inundando áreas do Sul e Sudeste do país, bem como a seca histórica registrada na Amazônia, representam claros sinais de instabilidades que podem se estender até abril de 2024. 

Problemas para o Agro 

Estudos comprovam que o aquecimento e a degradação ambiental são as principais causas da redução de recursos das pescadoras. A bióloga e consultora socioambiental do projeto “Olha o Clima, Litoral!”Juliana Pina, aponta que a degradação ambiental, a redução de recursos pesqueiros, a insegurança alimentar, a falta de acesso ao saneamento básico e as chuvas intensas são alguns desses impactos, que tornam essas populações ainda mais vulneráveis. 

“É preocupante o que vem acontecendo com as comunidades pesqueiras tradicionais, que têm seus modos de vida cada vez mais ameaçados. Os efeitos das mudanças climáticas, como chuvas intensas em períodos curtos, já têm afetado a comunidade de Antonina, que observa a diminuição da disponibilidade de algumas espécies. A alteração na salinidade da água interfere na distribuição e ocorrência das espécies, que podem ter suas populações abaladas em alguma fase do seu ciclo de vida”, explica Juliana no estudo realizado pelo Mater Natura – Instituto de Estudos Ambientais, com apoio da Petrobras, por meio do Programa Petrobras Socioambiental.Fenômenos climáticos sempre existirão no planeta. Isso, por si só, é motivo para que os dirigentes pensem em planejamento ambiental a fim de minimizar os impactos da instabilidade climática mundial e que afeta a produção de alimentos.Uma solução é o planejamento ambiental. Uma websérie documental produzida pelo projeto “Olha o Clima, Litoral!”, tem mais informações sobre os desafios da pesca artesanal na região. Confira: https://www.youtube.com/watch?v=nx-QoQRQmXg&t=5s

Tags: Aquecimento Global
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Claudio Rangel

Claudio Rangel

Formado em Comunicação Social, Habilitação Básica em Jornalismo, pela Universidade Gama Filho, em 1983, com pós-graduação em Assessoria de Imprensa pela Universidade Estácio de Sá (2000), pós-graduação em Gestão Executiva de Cooperativas pelo Sescoop-RJ, pós-graduação em Gestão de Processos pela Execoop, em 2025. Participou da Dominiumcoop em 2000 e da OCB-RJ no mesmo ano, atualmente é diretor da Cooperativa de Profissionais de Comunicação e Marketing - Comunicoop e editor da Revista BR Cooperativo. Edita a Folha do Motorista do Rio de Janeiro, que trata também do cooperativismo de transporte.

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