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Home Cooperativismo

O mercado de carbono e as cooperativas em debate

BR Cooperativo De BR Cooperativo
04/02/2025
Reading Time: 4 mins read
0
Mercado Carbono

Presidente do Sistema OCB Márcio Lopes de Freitas, abriu o evento.

O Mercado de Carbono: Cooperativas Rumo à Descarbonização foi tema de live do Sistema OCB nesta terça-feira (4). O evento, moderado por Alex Macedo, debateu como as coops podem se beneficiar economicamente e gerar créditos. Contou com a participação de especialistas como Márcio Lopes de Freitas, presidente do sistema OCB, e o deputado Arnaldo Jardim, além de consultores como Daniel Vargas e Leonardo Pap.

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 Em resumo, os principais pontos abordados se referiram ao que as coops podem aproveitar deste novo mercado. Por exempo, as metas de redução das emissões. Ei os principais pontos abordados.:

1. Mercado de Carbono

  1.    – O mercado de carbono pode ser regulado (obrigatório) ou voluntário. No mercado regulado, setores específicos têm metas de redução de emissões, enquanto no voluntário, as organizações adotam metas por iniciativa própria.

   – As cooperativas podem se beneficiar ao gerar créditos de carbono por meio de práticas sustentáveis, como a adoção de sistemas agrícolas mais eficientes, incremento de estoques de carbono no solo e manutenção de áreas de preservação.

2. Desafios e Oportunidades

   – Um dos principais desafios é a inserção das cooperativas no mercado de carbono, especialmente devido à falta de metodologias claras e certificadas para a geração de créditos, principalmente no setor agropecuário.

   – As cooperativas têm a oportunidade de se destacar no mercado voluntário, gerando créditos de carbono que podem ser comercializados no mercado regulado, contribuindo para a descarbonização da cadeia produtiva.

3. Legislação Brasileira e o mercado de carbono:

   – A Lei 14.120/2021 criou o Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões (SBCE), que estabelece um mercado regulado de carbono no Brasil. A lei também reconhece o mercado voluntário e permite que créditos gerados nele sejam convertidos em certificados de redução de emissões no mercado regulado.

   – A regulamentação do mercado de carbono ainda está em andamento, com desafios como a definição de metodologias de monitoramento e a criação de um registro central para transações.

4. Exemplos de Cooperativas:

   – O Sicred, uma confederação de cooperativas, já realiza inventários de emissões de gases de efeito estufa e neutraliza suas emissões por meio da compra de créditos de carbono.

   – A Coopercitrus, uma cooperativa agrícola, adotou práticas como o uso de energia renovável, eficiência energética e tecnologias de agricultura de precisão para reduzir suas emissões.

   – A CCPR, uma central de cooperativas, está focada em melhorar a eficiência operacional e reduzir o consumo de combustíveis fósseis, além de investir em treinamentos e parcerias para promover a sustentabilidade.

5. COP 30 e Ano Internacional das Cooperativas:

   – O evento destacou a importância da COP 30, Brasil em 2025. Também enfoca o reconhecimento das cooperativas como agentes de transformação na agenda de descarbonização.

   – O cooperativismo é visto como um modelo de negócio alinhado com a sustentabilidade, capaz de gerar consenso em ambientes de conflito e contribuir para a construção de um mundo mais sustentável.

Assim, o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas falou dos desafios da COP 30:

“Temos essa expertise de lidar com gente e criar um ambiente favorável para mostrar o que as cooperativas são capazes de fazer nesse processo de descarbonização nesse processo de transformar um um desafio da humanidade numa oportunidade”, disse.

Já o presidente da Frencoop, Arnaldo Jardim, falou da relação do Agro com a sustentabilidade:

“Nós cuidamos do solo, preservamos as nascentes, avançamos na cobertura de matas ciliares, e assim por diante. Ou seja, o Agro tem um compromisso notório prático objetivo com a sustentabilidade”, disse.

Em resumo, o evento reforçou a importância das cooperativas na agenda de descarbonização. Por exemplo, o destaque foi que elas podem ser protagonistas na geração de créditos de carbono e na implementação de práticas sustentáveis. A regulamentação do mercado de carbono no Brasil ainda está em desenvolvimento. Mas as cooperativas já estão se movimentando para se adaptar e aproveitar as oportunidades que esse mercado oferece.

“Vamos chegar na COP 30 em novembro mostrando pelo menos uma parte do grande trabalho que as cooperativas têm feito”, concluiu Márcio Lopes de Freitas.

Tags: deputado Arnaldo JardimMárcio Lopes de FreitasSistema OCB
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Cobertura do coopeativimo brasileiro apuradas pela Redação do Portal BR Cooperativo. Sugestões de pauta para os e-mails redacao@brcooperativo.com.br e claudio.rangel@comunicoop.com.br.

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