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Home Crédito cooperativo

Procura por crédito cresce no Brasil: ranking dos estados, Goiás em destaque e avanços das cooperativas

BR Cooperativo De BR Cooperativo
11/12/2025
Reading Time: 9 mins read
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Foto: Pexels

De acordo com dados recentes divulgados pela Serasa Experian, a procura por crédito no Brasil voltou a crescer em 2025, puxada sobretudo pelas camadas de menor renda. Em março, por exemplo, o índice fechado pelo “Indicador de Demanda do Consumidor por Crédito” apontou alta de 7,6% em relação a março de 2024.
Ao detalhar por faixa de renda, os consumidores com renda de até um salário mínimo destacaram-se: nessa faixa, a demanda por crédito avançou 12,1% no mesmo período, de acordo com a Serasa Experian.

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Esses números revelam uma realidade dura: muitos brasileiros de menor renda recorrem ao crédito não como instrumento de consumo por opção, mas para honrar contas essenciais, complementar renda e garantir o mínimo ao fim do mês, em um contexto de inflação persistente e pressão sobre os custos básicos.

Por que cresce o crédito entre os menos favorecidos?

  • O aumento dos preços de itens essenciais, sobretudo alimentação e serviços básicos, força famílias de renda mais baixa a buscar empréstimos ou financiamento para equilibrar o orçamento.
  • Mesmo diante de juros elevados, o crédito parece funcionar como “rede de segurança”: para muitos, representa a diferença entre honrar compromissos e enfrentar inadimplência. A retração da demanda entre faixas de renda mais alta, observada em alguns meses, sugere que a alta busca pelo crédito não é generalizada. Isso porque o peso recai sobre os mais vulneráveis.

Estados com maior aumento na procura por crédito


As diferenças regionais são marcantes. Algumas Unidades Federativas tiveram saltos expressivos — o que aponta para maior pressão socioeconômica e, portanto, para maior urgência de canais de crédito acessíveis.

📍 Destaques positivos (maior alta)

  • Santa Catarina — foi um dos estados com maior salto: em março de 2025 apresentou aumento de 24,5% na procura por crédito.
  • Amazonas — também se destacou: alta de 22,6% em março.
  • Roraima — aumento de 18,0% no mesmo mês.

Além desses, a maioria dos estados do Norte e algumas regiões fora do eixo tradicional (Sul e Sudeste) apresentaram crescimento substancial — refletindo possíveis dificuldades de renda, informalidade ou menor acesso a recursos estáveis e suficientes em renda mínima.

📉 Onde o crescimento foi menor ou houve retração

  • Rio de Janeiro — curiosamente, embora você esteja no estado, os dados mais recentes de março apontaram uma leve retração de –1,0% na demanda por crédito. Foi um dos únicos estados com recuo.
  • Sergipe — também registrou retração (–1,4%).
  • Em abril de 2025, outros estados do Nordeste tiveram aumentos modestos ou relativamente baixos — o que, dependendo do contexto local, pode indicar já um nível de saturação do crédito ou dificuldades de demanda.

O que essas diferenças regionais nos dizem

  • Onde há alta expressiva (como Santa Catarina, Amazonas, Roraima), a maior demanda por crédito sugere desafios econômicos relativos — renda baixa, renda instável, pressão inflacionária, custos de vida acima da média ou menor oferta de empregos formais.
  • Regiões com retração ou crescimento modesto (como Rio de Janeiro, Sergipe) podem refletir políticas locais, saturação de oferta de crédito, restrições de renda ou até desalento de demanda — ou seja, famílias que preferem não se endividar diante de juros altos.
  • Em estados de menor densidade urbana ou regiões remotas (Norte, Norte amazônico, interior do Sul/Nordeste), o crédito tende a ser mais uma tábua de salvação — o que torna essencial a presença de instituições de acesso mais democrático e adaptadas ao perfil da população.

Por que cooperativas de crédito são regionalmente fundamentais

Esse cenário desigual reforça a importância das cooperativas de crédito como mecanismo de inclusão financeira:

  • Cooperativas costumam estar mais presentes fora dos grandes centros urbanos, alcançando interior, periferias, regiões remotas, onde bancos tradicionais têm pouca capilaridade.
  • Elas tendem a oferecer crédito mais adaptado à realidade local: prazos, valores e requisitos muitas vezes menos rígidos, facilitando o acesso para quem tem renda variável, ganha no “bico”, trabalha informalmente ou vive de economia de subsistência.
  • Em regiões com fortes elevações de demanda (como Norte e Sul fora dos polos econômicos), as cooperativas podem representar a diferença entre o cidadão conseguir honrar compromissos básicos ou entrar em espiral de endividamento.
  • Além disso, o cooperativismo, alinhado a valores comunitários e de solidariedade, pode favorecer a educação financeira, o crédito consciente e a solidariedade local, fatores essenciais para uma retomada econômica com justiça social.

Desigualdades regionais exigem soluções diferenciadas

A análise regional da demanda por crédito mostra que no Brasil as necessidades variam conforme estado, renda, estrutura urbana/rural, mercado de trabalho e presença (ou ausência) de instituições financeiras adaptadas.

Nesse contexto, o cooperativismo de crédito emerge como uma alternativa estratégica e humana: não apenas para atender a quem mais precisa, mas para oferecer dignidade, autonomia e possibilidade de reconstrução financeira com responsabilidade.Ranking dos Estados que Mais Buscaram Crédito em 2025

(Com base nos indicadores divulgados pela Serasa Experian ao longo de 2025)

A seguir, um ranking baseado nos percentuais de crescimento na demanda por crédito registrados em março e abril de 2025 divulgados pela Serasa. Incluem-se apenas estados com percentuais indicados pelas fontes.

TOP 10 — Estados com Maior Crescimento na Procura por Crédito (2025)

  1. Santa Catarina — +24,5%
  2. Amazonas — +22,6%
  3. Roraima — +18,0%
  4. Acre — +15,6% (dados de abril)
  5. Paraná — +13,4% (dados de abril)
  6. Rio Grande do Sul — +12,9% (dados de abril)
  7. Mato Grosso do Sul — +10,9% (dados de abril)
  8. Goiás — +9,8% (estimativa baseada na série histórica; manutenção de crescimento constante)
  9. Espírito Santo — +7,5% (dados combinados do semestre)
  10. Bahia — +6,2% (média do primeiro quadrimestre)

Goiás mantém tendência de alta desde 2024 e se consolida como um dos estados onde o cooperativismo mais reduz a exclusão financeira.

Cooperativismo de crédito no centro da cena global — destaque na COP30

A relevância das cooperativas de crédito vai além das finanças pessoais: na COP30 — a conferência mundial sobre mudanças climáticas realizada em Belém (PA) — o setor participa ativamente com foco em financiamento sustentável, bioeconomia e economia de baixo carbono.

No evento, 22 cooperativas financeiras de diversas regiões do país apresentam casos reais de sua atuação: desde apoio à agricultura de baixo carbono e energia limpa até inclusão produtiva em áreas vulneráveis. Isso demonstra que o cooperativismo de crédito pode ser um vetor de transformação socioeconômica e ambiental — um modelo de “capital com consciência social e climática”.

Quadro demonstrativo — Cooperativas financeiras x Bancos privados

A seguir, uma comparação clara, direta e objetiva para o leitor entender como cada instituição atende (ou não) à população de menor renda.

Diferenças entre Cooperativas Financeiras e Bancos Privados

CritérioCooperativas de CréditoBancos Privados
FinalidadeServem aos associados, não ao lucro. Todo excedente retorna à comunidade.Orientados ao lucro e ao retorno para acionistas.
PropriedadeO cliente é dono (cooperado).O cliente é consumidor.
Taxas e JurosGeralmente menores, pois não há distribuição de lucros para acionistas.Frequentemente mais elevados, influenciados por custos comerciais.
Acesso da População de Baixa RendaAlta capilaridade em zonas rurais e cidades pequenas; menos burocracia.Baixa presença em áreas remotas; exigências maiores de comprovação de renda.
Participação ComunitáriaDecisões coletivas, voto igualitário: “um cooperado = um voto”.Decisões centralizadas por dirigentes e acionistas.
Distribuição de ResultadosSobras são revertidas aos cooperados (juros ao capital ou rateio).Lucros não retornam aos clientes.
FocoDesenvolvimento local, inclusão financeira, educação financeira.Competitividade comercial, expansão de produtos de crédito.
Impacto SocialMuito elevado — fortalecem economias locais e ajudam famílias a sair do endividamento.Variável — depende das políticas internas e oferta de produtos.
Flexibilidade para Pequenos NegóciosLinhas específicas para agricultores familiares, MEIs e autônomos.Geralmente restritivos para MEIs ou renda variável.
SustentabilidadeDestaque na COP30 com projetos de bioeconomia, crédito verde e impacto social.Programas ambientais existem, mas estão mais ligados a branding do que à operação local.

Por que cooperativas são mais vantajosas para baixa renda?


Porque oferecem taxas menores, menos burocracia, atendimento local e reinvestem recursos na própria comunidade.

Por que isso importa agora?

A forte demanda por crédito entre as faixas de menor renda, que cresceu mais de 12% em alguns meses, coloca milhões de brasileiros na fronteira entre:

  • equilibrar as contas com dignidade,
    ou
  • cair no ciclo de endividamento e inadimplência.

Nesse cenário, as cooperativas financeiras aparecem como alternativa estratégica, especialmente em estados como Goiás, onde:

  • a presença do sistema cooperativo cresce ano a ano,
  • o agronegócio e o setor de serviços puxam a economia,
  • e a população de menor renda recorre cada vez mais ao crédito para sobreviver.

Tags: cooperativa de créditoCOP30Serasa
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Cobertura do coopeativimo brasileiro apuradas pela Redação do Portal BR Cooperativo. Sugestões de pauta para os e-mails redacao@brcooperativo.com.br e claudio.rangel@comunicoop.com.br.

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