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Home Agronegócio

Acordo de livre comércio Mercosul-União Europeia e o cooperativismo

Claudio Rangel De Claudio Rangel
09/01/2026
Reading Time: 12 mins read
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Acordo livre comercio

Acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia finalmente foi assinado no dia 9 de janeiro. E como esta iniciativa afeta o cooperativismo brasileiro? Em resumo, esse tratado não é apenas um documento comercial, mas um novo paradigma operacional que exige uma reconfiguração profunda das estratégias de produção, rastreabilidade e inserção internacional. E não podemos esquecer que o cenário global do momento sofre tensões geopolíticas, protecionismo e a necessidade premente de uma solução para as mudanças climáticas.

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O acordo de livre comércio e os interesses do coop

Dois grandes blocos passam a criar uma grande zona de livre comércio no planeta. Ao todo, são 780 milhões de consumidores envolvidos. E tetm o roduto Interno Bruto (PIB) conjunto de US$ 22 trilhões. Para muitos, um gol de placa. Para outros, é muito cedo para comemorar uma vitória. Houve sim uma convergência de interesses. Só assim as resistências ao acordo puderam ser vencidas. Um verdadeiro cabo de força entre os dois continentes.

Por exemplo, enquanto os embaixadores da União Europeia davam o aval decisivo em Bruxelas, as cooperativas agroindustriais brasileiras, que são responsáveis por uma fatia robusta da exportação de commodities e produtos processados, preparavam-se para enfrentar tanto a abertura de mercados sem precedentes quanto a concorrência direta de produtos europeus de alto valor agregado. Uma preocupação a mais para o futuro do agronegócio nacional.

A ruptura do impasse

Apesar das divergências entre os europeus, de acordo com fontes diplomáticas, os embaixadores da União Europeia concordaram provisoriamente com o texto do tratado, um passo que parecia inalcançável até o dia anterior. Assim, o mecanismo utilizado foi o chamado “procedimento escrito”, onde as capitais europeias tiveram prazos curtos para formalizar seus votos, evidenciando uma urgência geopolítica em consolidar parcerias estratégicas diante de um ambiente global instável e da influência crescente de outras potências na América Latina. (Lembram o ataque dos EUA à Venezuela?)

A presidente da União Europeia, Ursula von der Leyen, conduziu o Parlamento Europeu. E, para acalmar os agricultores europeus, que temiam prejuízos com a entrada de produtos sul-americanos mais competitivos, ofereceu um pacote de incentivo de 45 bilhões de euros (aproximadamente R$ 286 bilhões), aos chorosos manifestantes. A fonte desse todo dinheiro foi garantida graças à modificações na proposta orçamentária do bloco para 2028-2034. Dessa forma, a Itália mudou de postura. A mudança de lado da primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, que liderava uma frente de oposição ao acordo, deixou a França isolada. E ao que convenceu a italiana foi a garantia de recursos para apoiar a modernização do setor rural europeu.

E o acordo de livre comércio foi aprovado, isolando a França e os ruralistas franceses.

Dinâmicas de Aprovação e Calendário de Implementação

Etapa do ProcessoStatus em Janeiro de 2026Impacto Imediato para Cooperativas
Aprovação dos Embaixadores da UEConcluída (09/01/2026)Estabilização das expectativas de investimento internacional.
Reunião de Ministros da Agricultura (UE)Realizada em BruxelasDiscussão de salvaguardas e pacotes compensatórios.
Assinatura Formal do TratadoPrevista para o primeiro trimestreInício do período de ratificação pelos congressos nacionais.
Ratificação pelo Parlamento EuropeuEm andamento (Horizonte 2026)Exigência de conformidade com normas ambientais estritas.
Entrada em Vigor (Liberalização)Gradual (até 15 anos)Planejamento de longo prazo para setores sensíveis.

Posição do cooperativismo

Dentro do Brasil, o setor cooperativista reage com um misto de otimismo pragmático e cautela estratégica. Ainda em 2025, antes do acordo, Márcio Lopes de Freitas, presidente do Conselho de Administração do Sistema OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras), destacou que o ano passado foi um marco de reconhecimento para o movimento cooperativista. Foi a preparação do terrenopara as negociações internacionais de 2026.

De fato, o Sistema OCB intensificou sua agenda de governança e representação política ao longo de 2025 e início de 2026. Exemplo disso foi a aprovação de uma nova estrutura de governança dual. A entidade busca maior agilidade institucional para defender os interesses das cooperativas em fóruns internacionais. Para Lopes de Freitas, a imagem do cooperativismo brasileiro no exterior está mais moderna e confiável, especialmente após a participação histórica do setor na COP30. O resultado foi a criação de parcerias estratégicas com ministérios, como o da Agricultura (MAPA) e do Desenvolvimento (MDIC).

O foco das lideranças cooperativistas está em transformar o acordo em uma alavanca para a modernização. A abertura para as “compras governamentais” na Europa, por exemplo, é vista como uma oportunidade inédita para que cooperativas brasileiras participem de licitações públicas em solo europeu. E em condições de igualdade com empresas locais. No entanto, há a exigência de rastreabilidade e conformidade ambiental. As coops brasileiras terão que se moldar a isso.

Análise Setorial: prós e contras para o agronegócio cooperativo

A abertura comercial é ampla, atingindo mais de 90% dos produtos comercializados entre os blocos, mas os impactos são heterogêneos. Enquanto setores de grãos e carnes vislumbram expansão, laticínios e vinhos entram em uma fase de alerta máximo.

O trunfo das carnes e grãos

Os produtores de proteína animal são, sem dúvida, os maiores beneficiados. O acordo estabelece cotas de importação para a carne bovina brasileira de 99 mil toneladas anuais, com uma tarifa reduzida para 7,5%. Para a carne de frango, há uma cota adicional de 180 mil toneladas por ano com isenção tarifária, o que beneficia diretamente cooperativas do Paraná e de Santa Catarina, estados que lideram a produção e exportação desses itens.

No setor de soja, a União Europeia já é o terceiro principal destino das exportações brasileiras, tendo gerado mais de US$ 6 bilhões em receita em 2025. O acordo consolida essa posição e elimina tarifas residuais, embora imponha critérios de sustentabilidade que exigem que a soja não esteja ligada a áreas desmatadas após 2020 — uma exigência da lei antidesmatamento da UE (EUDR) que corre em paralelo ao tratado comercial.

O desafio dos laticínios e a ameaça à produção local

Do outro lado da balança, o setor de laticínios brasileiro, onde o cooperativismo tem uma presença vital (Minas Gerais, Paraná e Goiás), enfrenta riscos significativos. Atualmente, o Brasil aplica tarifas de 28% sobre queijos e leite em pó europeus.O acordo prevê a eliminação gradual dessas tarifas dentro de cotas específicas:

Produto LácteoCota Anual (Tarifa Zero)Impacto para Cooperativas Brasileiras
Queijos30.000 toneladasAumento da concorrência em produtos de valor agregado (queijos finos).
Leite em Pó10.000 toneladasPressão sobre os preços pagos ao produtor cooperado local.
Fórmulas Infantins5.000 toneladasEntrada de tecnologia nutricional europeia a preços competitivos.

A entrada desses volumes com tarifa zero, somada aos pesados subsídios que os produtores europeus recebem (como o novo pacote de 45 bilhões de euros), cria uma assimetria competitiva. Lideranças das cooperativas mineiras e gaúchas expressam temor de que o mercado interno seja inundado por queijos europeus, desestimulando a produção nacional que já convive com altos custos de insumos e energia.

Vitivinicultura e o “Protecionismo Reverso”

As cooperativas de vinho da Serra Gaúcha estão entre as vozes mais críticas. Com a redução da tarifa de importação de vinhos europeus (atualmente em 35%) para zero, os rótulos brasileiros terão que competir com vinhos de países como Portugal, Itália e França em condições desvantajosas de tributação interna. O setor utiliza o termo “protecionismo reverso” para explicar que, enquanto o vinho importado terá seu preço reduzido pela queda das taxas aduaneiras, o vinho nacional enfrentará um aumento da carga tributária devido à reforma tributária brasileira, que projeta alíquotas de até 54,94% para bebidas alcoólicas via “imposto do pecado” (Imposto Seletivo).

Produtos europeus e influência no mercado brasileiro

A entrada de produtos europeus no Brasil não afetará apenas os laticínios e vinhos. Uma gama de itens do “portfólio agrícola” da UE passará a ter acesso facilitado, influenciando diretamente as vendas de cooperativas que atuam em nichos específicos.

Itens de Importação com Facilitação Tarifária

  1. Azeite de Oliva: A produção nacional, ainda em fase de crescimento e muito dependente de cooperativas no Rio Grande do Sul e Minas Gerais, enfrentará a redução de barreiras para o azeite mediterrâneo, tradicionalmente mais barato e de alta escala.
  2. Chocolates e Doces: A redução tarifária permitirá que marcas europeias ganhem espaço no varejo brasileiro, competindo com a indústria nacional de processamento de cacau.
  3. Frutas de Clima Temperado: Maçãs e peras europeias poderão entrar com custos reduzidos, impactando cooperativas frutícolas do Sul do Brasil.
  4. Maquinário e Fertilizantes: Este é um ponto positivo. A redução de tarifas sobre tecnologia agrícola e insumos (como fertilizantes) da Europa pode reduzir o custo de produção para o cooperado brasileiro, compensando parcialmente a queda nas barreiras de entrada de produtos finais.

A questão das Indicações Geográficas (IGs)

O acordo trouxe um avanço significativo na proteção de nomes de produtos. Foram reconhecidas 356 indicações geográficas europeias no Mercosul e 36 brasileiras na União Europeia. Porém, isso significa que cooperativas brasileiras não poderão mais usar termos como “Parmesão” ou “Gorgonzola” livremente, a menos que as empresas já utilizassem esses nomes antes da data de corte (2017).

Nome Protegido (UE)Status no BrasilAlternativa para Cooperativas
Parmesão / GorgonzolaUso restrito a quem já produzia até 2017Adoção de nomes regionais ou genéricos após período de transição.
Prosecco / ChampagnePhase-out (fim do uso) em 7 a 12 anosInvestimento em marcas próprias de espumantes nacionais.
Vinho do PortoProteção integral imediataReposicionamento de vinhos fortificados brasileiros.

Por outro lado, o reconhecimento do “Vinho do Vale dos Vinhedos”, do “Queijo Canastra” e da “Cachaça de Salinas” na Europa abre portas para que esses produtos cooperativos sejam comercializados como itens de luxo e procedência garantida no mercado europeu, agregando valor e fugindo da lógica de commodity.

Barreiras não-tarifárias: a sustentabilidade como moeda de troca

Para além das tarifas, o grande desafio das cooperativas em 2026 é a conformidade regulatória. A União Europeia tem condicionado a fluidez do acordo ao cumprimento de padrões ambientais rigorosos, sintetizados na EUDR (European Union Deforestation Regulation).

EUDR e os Custos de Rastreabilidade

A legislação europeia contra o desmatamento, que entra em vigor pleno para grandes e médias empresas no final de 2026, exige que produtos como soja, carne e café comprovem ausência de ligação com áreas desmatadas após dezembro de 2020. O custo para implementar sistemas de geolocalização e auditoria por “parcela de terra” é elevado e recai diretamente sobre a estrutura administrativa das cooperativas.

Especialistas apontam que a EUDR representa uma “terceirização da responsabilidade ambiental”. A UE quer garantir seu consumo sustentável, mas exige que o produtor sul-americano arque com os custos de prova. Para as cooperativas, que trabalham com grandes volumes originados de milhares de propriedades, a integração de dados geoespaciais e registros de conformidade socioambiental tornou-se a prioridade tecnológica número um em 2026.

O conflito com a legislação brasileira

Um ponto de tensão constante citado por lideranças do agro é que a EUDR não distingue desmatamento legal de ilegal. No Brasil, o Código Florestal permite a supressão de vegetação dentro de limites legais, mas a regra europeia impõe “desmatamento zero”. Essa divergência gera insegurança jurídica e pode levar à exclusão de cooperados que agem dentro da lei nacional, mas fora dos parâmetros europeus. A estratégia das cooperativas tem sido investir em certificações privadas e no uso de inteligência artificial para monitoramento de safras, tentando transformar o rigor ambiental em um selo de qualidade superior.

A Reforma Tributária e o Portal Único: aívio ou pressão?

O contexto doméstico brasileiro em 2026 também exerce influência direta sobre a eficácia do acordo Mercosul-UE. A implementação da reforma tributária e do Portal Único de Comércio Exterior são peças-chave na estratégia do governo federal para aumentar a competitividade das exportações cooperativas.

O papel do Portal Único

O vice-presidente e ministro Geraldo Alckmin destacou que o Portal Único, plenamente operacional em 2026, deve reduzir em 50% as operações de importação que exigem licenciamento, gerando agilidade e economia de custos. Para as cooperativas que importam insumos e maquinário da Europa, essa desburocratização é fundamental para manter as margens de lucro em um cenário de maior concorrência de produtos finais europeus.

Reforma Tributária e desoneração

A desoneração total das exportaçoes e dos investimentos é a promessa do novo sistema tributário (IVA/CBS/IBS). Um estudo do IPEA, citado pelo governo, projeta que as exportações brasileiras podem crescer 17% em 15 anos graças a essa mudança. Contudo, a transição imediata em 2026 exige que o produtor rural e as cooperativas se adaptem rapidamente à emissão de novas notas fiscais eletrônicas e à gestão de créditos tributários, sob risco de travar comercializações e apropriações de valores financeiros críticos para o fluxo de caixa.

Recomendações estratégicas

O acordo Mercosul-União Europeia em 2026 não é um ponto de chegada, mas de partida para uma nova era do cooperativismo brasileiro. A análise dos dados e das posições de lideranças indica que o saldo será positivo para os grandes setores exportadores de commodities, mas exigirá políticas de amparo para os setores de laticínios e vinhos.

Para prosperar, as cooperativas agroindustriais devem adotar as seguintes diretrizes:

  • Aceleração Digital: Investir em sistemas de rastreabilidade “ponto a ponto” para atender à EUDR e transformar dados ambientais em ativos comerciais.
  • Verticalização e Valor Agregado: Aproveitar as Indicações Geográficas protegidas para posicionar produtos brasileiros como itens de nicho e qualidade superior no mercado europeu.
  • Mobilização Política: Manter a pressão por infraestrutura logística (especialmente ferrovias) e por mecanismos de defesa comercial que mitiguem o impacto dos subsídios europeus sobre o mercado interno de lácteos.
  • Intercooperação: Fortalecer centrais de cooperativas para ganhar escala em compras governamentais na Europa e em negociações globais de insumos.

Em suma, o acordo Mercosul-União Europeia consolida o Brasil como uma potência agroambiental necessária para a estabilidade europeia, mas desafia as cooperativas a superarem gargalos históricos de produtividade e tributação. O movimento cooperativista, com sua base social sólida e capacidade de inovação, demonstra estar pronto para essa transição, buscando no equilíbrio entre abertura e proteção o caminho para um desenvolvimento sustentável e próspero.

Tags: exportaçãoMercosulUnião Europeia
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Claudio Rangel

Claudio Rangel

Formado em Comunicação Social, Habilitação Básica em Jornalismo, pela Universidade Gama Filho, em 1983, com pós-graduação em Assessoria de Imprensa pela Universidade Estácio de Sá (2000), pós-graduação em Gestão Executiva de Cooperativas pelo Sescoop-RJ, pós-graduação em Gestão de Processos pela Execoop, em 2025. Participou da Dominiumcoop em 2000 e da OCB-RJ no mesmo ano, atualmente é diretor da Cooperativa de Profissionais de Comunicação e Marketing - Comunicoop e editor da Revista BR Cooperativo. Edita a Folha do Motorista do Rio de Janeiro, que trata também do cooperativismo de transporte.

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