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Home Agronegócio

Dia do cacau: Cooperativa planta, colhe e faz chocolate no PA

Claudio Rangel De Claudio Rangel
26/03/2021
Reading Time: 5 mins read
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Cacau

Pará é o estado maior produtor de cacau. Foto: Pixabay

O dia do cacau, matéria-prima do chocolate, é hoje, 26 de março. Entretanto, unir a produção da semente e o produto final é um desafio vencido pela cooperativa Coopatrans, que há dez anos transforma a cidade de Medicilândia, no Pará, em uma das principais do país relacionada ao produto.

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Tudo começou em 2007. O desmatamento e as queimadas na Amazônia preocupava ambientalistas. Ao mesmo tempo, os plantadores tentavam sobreviver. Um projeto envolvendo líderes públicos e cooperativistas fez com que 40 produtores de cacau criassem a Coopatrans — Cooperativa Agroindustrial da Transamazônica. Enfim, ela passou a ser a única coop de produtorers de cacau a produzir uma marca própria de chocolate.

Ademir Venturin é um de seus fundadores. Foi presidente dela entre 2010 e 2016. Ele explica que, da ideia de fundar a Coopatrans até a criação da marca de chocolate própria Cacauway, foi um longo caminho.

“O processo de verticalização da produção terminou com a criação da Cacauway. Para isso, instituições públicas do Pará ajudaram o surgimento da cooperativa. Hoje estamos com 32 sócios ativos. Em contrapartida, estamos com inscrições abertas. Não é fácil uma gestão de cooperativa. Tem toda uma questão cultural, de educação, de fidelidade e compromisso”, disse.

Apesar de manter um quadro reduzido, a cooperativa pretende expandir. Isso porque o sistema cooperativista produz benefícios para o produtor. Tanto quanto para a sociedade. 

“Estamos com inscrições abertas na expectativa de poder aumentar o quadro já que a gente já tem uma pré-organização e um modelo de gestão. É possível agora se fortalecer com novos sócios para poder reforçar o quadro”.

Do cacau ao chocolate

Com a organização, veio o sucesso. Ademir Venturin explica que a partir da criação da cooperativa, os colhedores, que antes estavam isolados, se uniram e verticalizaram o processo. A Cootrans produz o cacau, o chocolate e comercializa o produto final. 

“Não teríamos feito o que foi feito de forma individual. Por causa da dificuldade econômica e o risco que era, não teríamos conseguido uma parceria. A importância de se organizar em cooperativa é porque você consegue juntar um grupo de pessoas com o mesmo interesse. E aí você pode talvez investir ou arriscar”, disse.. 

Sucesso para produtores, benefícios para a comunidade. A Cacauway estimulou a região. Fortaleceu a cadeia produtiva. Por outro lado, os cooperados continuam a debater inovações e técnicas e a questão comercial.

“Desse debate de qualidade hoje nós temos na região vários produtores de cacau que foram certificados com as melhores amêndoas do Brasil.

Produção de cacau no Brasil

Atualmente, o Brasil é o sétimo produtor mundial de cacau. Todavia, a qualidade das sementes nativas chegou ao exterior. Por exemplo, seis produtores foram premiados no exterior.   

“Hoje nós temos na região vários produtores de cacau que foram certificados com as melhores amêndoas do Brasil. A nível internacional, a coop tem seis sócios cujas amêndoas foram classificadas entre as melhores do mundo. Estamos disputando entre as melhores amêndoas do mundo no Chocolate de Paris”.

Ademir Venturin defende a participação em cooperativas. Resume as vantagens para o produtor: Em outras palavras, há a valorização do produto e a participação do sócio na conjuntura técnica. Segundo afirma, os seus colegas passaram a entender o processo comercial com mais intensidade.

“Antes o produtor estava muito mais voltado para a linha de produção. Hoje podemos agregar mais valor. Então você tem uma grande quantidade de vantagens”.

O benefício chega ao bolso de quem produz. Como resultado, Ademir diz que o preço de mercado do cacau é cerca de 70% a mais do que o preço do cacau comum. E o motivo é o foco na qualidade do produto.

“Então você tem algumas vantagens. Além de distribuir renda no final de cada ano de trabalho. São vantagens sem comparação”, exclamou.

Desenvolvimento econômico

A ousadia de um grupo de produtores de cacau já deixa marcas. Inicialmente, plantadores. Hoje, donos de uma marca nova no mercado. Foi um desafio que envolveu até os filhos.  Nesses dez anos, a Cacauway participa de feiras de produtos agrícolas por todo o Brasil. Em síntese, a iniciativa deu frutos para o estado. 

Entretanto, para o município de Medicilândia, a fama chegou logo. A cidade é a maior produtora de cacau do Brasil. Como resultado, Ademir acredita que a produção vai aumentar:

“O que se produz hoje que chega quase 70 milhões de quilos. Então eu acho que a gente contribui muito desse debate a Cacau e a partir dos 10 anos foi muito presente esse debate em toda sua intensidade tanto tudo de verdade como também a questão de novos mercados desde a verticalização.

“O Pará tem mais de 10 marcas de chocolate. Todas criadas a partir do debate provocado pela Coopatrans. A Cacauway  foi a primeira. O ganho é muito grande. Nesses últimos dez anos as amêndoas da região ganharam prêmios. Isto abriu um horizonte para novos mercados”, explica.

Como resultado, o desenvolvimento está além do que imaginavam aqueles 40 participantes iniciais da coop. Enfim, hoje os sócios falam em participação na Bolsa de Valores e na qualidade da venda do produto .

“Foi muito adequado, por mais que temos grandes desafios, grandes gargalos. Mas se não tivéssemos nos metido nisso não teríamos bens econômicos”, concluiu Ademir.

Tags: CacauCacauwayChocolateCoopatrans
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Claudio Rangel

Claudio Rangel

Formado em Comunicação Social, Habilitação Básica em Jornalismo, pela Universidade Gama Filho, em 1983, com pós-graduação em Assessoria de Imprensa pela Universidade Estácio de Sá (2000), pós-graduação em Gestão Executiva de Cooperativas pelo Sescoop-RJ, pós-graduação em Gestão de Processos pela Execoop, em 2025. Participou da Dominiumcoop em 2000 e da OCB-RJ no mesmo ano, atualmente é diretor da Cooperativa de Profissionais de Comunicação e Marketing - Comunicoop e editor da Revista BR Cooperativo. Edita a Folha do Motorista do Rio de Janeiro, que trata também do cooperativismo de transporte.

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