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Home Crédito cooperativo

Veja como fica a poupança com o aumento da Selic

Redação De Redação
05/08/2022
Reading Time: 3 mins read
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aumento da selic

O aumento da Selic foi de 0,5%. Com isso, o BC fixou a taxa básica de juros anuais em 13,75% nesta quarta-feira (3) . O objetivo é conter a inflação e aumentar o custo do crédito de modo a reduzir o consumo. Porém, a iniciativa fez subir o rendimento de aplicações financeiras.

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A Selic saiu de 2% ao ano em março de 2021 para os atuais 13,75% ao ano. Desse modo, o rendimento de aplicações financeiras de renda fixa, especialmente as atreladas diretamente à Selic ou ao CDI, subiram.

De acordo com o educador financeiro , Liao Yu Chieh, do C6 Bank, o aumento impactou a caderneta de poupança.

“A primeira conclusão que é possível tirar é que a poupança, a modalidade de investimento mais popular do Brasil, fica ainda mais desfavorável frente a outras opções de renda fixa. Isso acontece porque, quando a taxa Selic está abaixo de 8,5% ao ano, o rendimento da poupança fica em 70% da taxa básica de juros, mas quando a taxa Selic supera os 8,5% ao ano, o retorno da poupança fica limitado a 0,5% ao mês, mais a variação da Taxa Referencial.”

Aumento da Selic e a poupança

Em outras palavras, com a taxa de juros no patamar atual, ao aplicar R$ 5 mil na poupança em um ano o valor total do rendimento seria de R$ 5,41 mil. Porém, o mesmo valor investido no Tesouro Selic ou em um CDB teria rendimento de R$ 5,56 mil. Isso mesmo com o desconto de 17,5% do Imposto de Renda que recai neste tipo de aplicação.

Ainda segundo Chieh, a diferença aumenta no caso de quem tem valores maiores para aportar. Com um investimento inicial de R$ 10 mil, por exemplo, a diferença da poupança para o Tesouro Selic e para o CDB 101% do CDI sobe para aproximadamente R$ 300 ao final de 12 meses.

 
“O rendimento dessas opções cresce junto justamente porque todas elas estão atreladas, direta ou indiretamente, ao valor da taxa Selic. Se você tiver um valor grande para aportar e já tiver sua reserva de emergência constituída, é possível buscar ativos atrelados ao IPCA ou prefixados, por exemplo, para diversificar, ainda que se mantenha dentro da renda fixa, e otimizar a relação de risco e retorno”, explica.

 
Chieh também afirma que, mesmo com a alta da Selic, os investidores não devem abandonar completamente a renda variável.

“A renda fixa realmente voltou a trazer um bom retorno sem a mesma volatilidade da renda variável. Mas existe uma margem dentro da qual o investidor deve balancear sua carteira, de acordo com seu perfil e objetivos. Se você é um investidor com capacidade maior de investimento e apetite maior por risco, existem boas oportunidades de investimento tanto na renda fixa quando na renda variável. É preciso encontrar aqueles que mais fazem sentido para você e nunca colocar ‘todos os ovos na mesma cesta’.”

Leia também: CNI faz novas previsões para a economia brasileira

Tags: poupançaSelicTaxa Selic
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